No período em que ficamos todos no gramado parecemos uma grande família. O Spock observa de longe e vai para a cerca vigiar ao menor ruído de aproximação de estranhos.
Flipper evita os pequenos a qualquer custo, parece um vovô ranzinza.
Os meninos e meninas trocam provocações, se atropelam, mordem, se agarram, atacam, recuam e finalmente adormecem uns sobre os outros.
Quando me aproximo, lá vêm eles como uma nuvem de gafanhotos tentando mamar. Não deixo, distribuo mordidas nos focinhos, apertando até gritarem, então solto e acabam .
desistindo.
Tudo isso é parte do treinamento para se socializarem, para viverem com outros cães, para viverem com humanos, para tornarem-se parte de uma matilha, que os humanos chamam de família
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